por Flavia Azevedo
Talvez um assunto pouco estudado pela igreja contemporânea brasileira seja a questão dos dízimos e ofertas. Ouvimos falar muito sobre contribuição, de formas apelativas e muitas vezes com embasamento bíblico, mas será que a forma como estamos contribuindo para o sustento da igreja tem realmente um fundamento hermenêutico correto?
O recolhimento do dízimo tem um valor significativo para a Igreja, principalmente no sustento de suas dependências e obreiros. A igreja deve contribuir! Todavia, ao olharmos para as Escrituras, vemos que nem sempre utilizamos a motivação correta ao ofertar ou dizimar.


João Calvino certamente consideraria bom um início de artigo falando sobre Deus, antes dele próprio. Para Calvino, nada era mais importante do que a supremacia de Deus em todas as coisas. O nome mais notável, central e bíblico de Yahweh é enraizado pelo próprio Deus na seguinte frase: “Eu sou o que sou”. Esse é o absoluto da existência de Deus que encanta nossas mentes! Ele nunca teve começo, nunca terá fim, nunca foi formado, nunca precisa melhorar, sempre esteve aí e aqui, simples e absolutamente! Sobre esse supremo e soberano Deus, o nosso Deus, que João Calvino empregou boa parte de sua vida. Vejamos um pouco sobre a história do grande reformador, João Calvino: