Vou postar um texto que é, na verdade, mais uma pequena reflexão que tive há um tempo, em um momento complicado da minha vida, mas que ao mesmo tempo é muito real hoje também. Esse texto me ajuda a lembrar que, na verdade, minhas provações e dificuldades são bem menores do que as de alguns heróis da fé e pais da igreja…
Houve mulheres que, pela ressurreição, tiveram de volta os seus mortos. Uns foram torturados e recusaram ser libertados, para poderem alcançar uma ressurreição superior;outros enfrentaram zombaria e açoites; outros ainda foram acorrentados e colocados na prisão, apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, mortos ao fio da espada. Andaram errantes, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados. O mundo não era digno deles. Vagaram pelos desertos e montes, pelas cavernas e grutas. Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido. Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados. Hebreus 11:35-40
João Calvino certamente consideraria bom um início de artigo falando sobre Deus, antes dele próprio. Para Calvino, nada era mais importante do que a supremacia de Deus em todas as coisas. O nome mais notável, central e bíblico de Yahweh é enraizado pelo próprio Deus na seguinte frase: “Eu sou o que sou”. Esse é o absoluto da existência de Deus que encanta nossas mentes! Ele nunca teve começo, nunca terá fim, nunca foi formado, nunca precisa melhorar, sempre esteve aí e aqui, simples e absolutamente! Sobre esse supremo e soberano Deus, o nosso Deus, que João Calvino empregou boa parte de sua vida. Vejamos um pouco sobre a história do grande reformador, João Calvino: